Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006
John Lennon: "Give Peace A Chance" - 1969



 Dêem uma oportunidade à PAZ...

 





Give Peace A Chance

Two, one, two, three, four
Ev'rybody's talking about
Bagism, Shagism, Dragism, Madism,
Ragism, Tagism
This-ism, That-ism, is-m, is-m, is-m
All we are saying is give piece a chance,
All we are saying is give piece a chance
C'mon
Ev'rybody's talking about ministers,
Sinister, Banisters
And canisters, Bishops, Fishops,
Rabbis, and Pop eyes, Bye, bye, bye byes
All we are saying is give peace a chance,
All we are saying is give peace a chance
Let me tell you now
Revoluton, evolution, masturbation,
Flagellation, regulation, integrations,
Meditations, United Nations,
Congratulations
Ev'rybody's talking about
John and Yoko, Timmy Leary, Rosemary,
Tommy Smothers, Bobby Dylan,
Tommy Copper,
Derek Taylor, Norman Mailer,
Allen Ginsberg, Hare Krishna,
Hare Krishna



Este foi um grito de Paz  lançado na América por John Lennon, que rapidamente se transformou numa mensagem de Paz e de Esperança, ao ser adaptado como "bandeira" pelos Homens que queriam que a guerra no Vietname e todas as guerras acabassem...


Lembrei-me de todas as guerras desde o mais longínquo passado até ao presente...


Lembrei-me das guerras santas, dos infiéis, das guerras para alargar territórios e conquistar escravos, das guerras em defesa de ideais, das guerras sem nexo...


Lembrei-me, se tudo continuar como até aqui, as guerras do Futuro... até a raça humana se exterminar a ela própria!


Lembrei-me das armas cada vez mais sofisticadas, mais caras e precisas mas que continuam a matar bébés, crianças, mulheres, velhos e até os próprios animais...


Lembrei-me daqueles que lutam contra as doenças e falta de meios para as atacar, em países destroçados pelas guerras, pelos caprichos da natureza e pela ingenuidade de gente inculta e muito sofrida...


Lembrei-me daqueles que lutam contra a fome que mata milhares de crianças todos os dias em muitos pontos do globo...


Lembrei-me do professor de Yale, James Tobin (1918-2002), prémio Nobel da
Economia em 1981 e que demonstrou ser possível acabar com a fome no Mundo em cinco anos, bastando para isso aplicar uma taxa de 0,1 (um por mil!) nos movimentos internacionais de capitais para se obterem os recursos necessários. Só que há gente que nem quer ouvir falar nisso...


Lembrei-me que se todos nós quisermos, mas todos mesmo!, poderemos dar uma nova oportunidade à PAZ.











sentimento: A PERDER A ESPERANÇA...
música: Vídeo - John Lennon - "Give Peace a Chance"

publicado por zeca maneca às 18:22
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13 comentários:
De FlordeLis a 15 de Setembro de 2006 às 19:54
Infelizmente o que move o mundo é o dinheiro, o poder, e aplicar dinheiro em movimentos sem receber algo me troca, não é rentável... é assim que quem tem dinheiro pensa.


De wind a 15 de Setembro de 2006 às 21:26
O Mundo infelizmente já não é de sonhadores como o John Lennon
beijos


De Ana Loura a 15 de Setembro de 2006 às 22:57
Zé, eu continuo a ter o sonho de um mundo melhor e por acreditar sou o que sou.

Beijinho


De Menina_marota a 16 de Setembro de 2006 às 11:57
Infelizmente a luta pelo poder e os interesses económicos de muitos países, sobrepõem-se ao direito à Paz que os Povos têm... Mas como dizia o Poeta... "enquanto há Vida, há Esperança"

Um abraço e bom fim de semana ;)


De Poesia Portuguesa a 16 de Setembro de 2006 às 12:01
Já dizia António Gedeão...

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é Cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão de átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança."

Um abraço saudoso a ti e Milu ;)


De Poesia Portuguesa a 16 de Setembro de 2006 às 12:01
Já dizia António Gedeão...

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é Cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão de átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança."

Um abraço saudoso a ti e Milu ;)


De Poesia Portuguesa a 16 de Setembro de 2006 às 12:02
Já dizia António Gedeão...

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é Cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão de átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança."

Um abraço saudoso a ti e Milu ;)


De Poesia Portuguesa a 16 de Setembro de 2006 às 12:03
Desculpa, Zé, podes apagar os repetidos? Isto correu mal...´por vezes tenho dificuldade em te comentar...
Bj ;)


De Ludovicus Rex a 16 de Setembro de 2006 às 19:51
Pela Paz sempre!
Bom Fim de Semana


De soaresesilva a 17 de Setembro de 2006 às 16:14
Acredito na Paz desde que todos a queiramos!


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