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Movimentum - Arte e Cultura

Movimentum - Arte e Cultura foi criado em Novembro de 1993. Ao longo destes 14 anos desenvolvemos trabalhos nos campos da Poesia, Artesanato, Exposições e Certames Culturais. Este blog pretende dar-lhe a voz que tem direito.

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Movimentum - Arte e Cultura

31
Jul06

BASTA!!!

zeca maneca

 

 

 



ISRAEL, UN ESTADO TERRORISTA
Por Adolfo Perez Esquivel 14/07/2006 às 23:41
los mismos crimenes sufridos de los nazis los comete ahora Israel con la misma saña genocida.
 
Opinión
Israel, un Estado terrorista
Por: Adolfo Pérez Esquivel* (Fecha publicación:14/07/2006)
 
 
 
BASTA!

Sempre apoiei o povo judeu; um povo que sofreu o Holocausto, a diáspora, perseguições, torturas e morte, mas que teve dignidade, resistiu à opressão e lutou pelos seus valores religiosos, culturais e pela unidade do seu povo.

Juntei a minha voz a muitas outras em todo o mundo, dizendo que o povo de Israel tem direito à sua existência; mas também tem os mesmos direitos que o povo palestino, hoje oprimido e massacrado pelo Estado de Israel.

É-me doloroso assinalar os comportamentos aberrantes que o Estado de Israel está a cometer contra o povo palestino, atacando, destruindo, oprimindo e massacrando a sua população, mulheres, crianças, jovens que são vítimas dessas atrocidades que não podemos calar e dobemos denunciar e reclamar: Basta!

Derrubou-se o Muro de Berlim, mas levantaram-se outros muros como o que Israel construiu para dividir o povo palestino. Acreditando que com isso lhes daria mais segurança mas, pelo contrário, gera maior confrontação, dor e divisão.

Mas os muros mais difíceis de derrubar são os que existem na mente e no coração, os muros da intolerância e do ódio. Os ataques, a destruição e a morte em Gaza e no Líbano e as ameaças permanentes a outros povos, levaram o Estado de Israel a transformar-se num Estado terrorista, utilizando a tortura, os ataques à população civil onde as vítimas são mulheres e crianças.
Até quando continuará esta política do terror?

Sabemos que nem todo o povo de Israel está de acordo com a política de destruição e morte levada a cabo pelo governo israelita, apoiado pelos Estados Unidos e o silêncio dos governos europeus; cúmplices do horror instalado no Médio Oriente. Aqueles, tanto dentro de Israel e como da Palestina, desejam o diálogo, a resolução do conflito e o respeito pela existência dos dois povos.

Lamentavelmente as Nações Unidas perderam presença, coragem e poder de decisão para levar a cabo uma solução do confronto entre os dois povos, situação essa que põe em sério risco a Paz mundial. A ONU está amarrada às grandes potências mundiais que a usam quando esta responde aos interesses das potências e não às necessidades da humanidade.
È necessária uma reforma profunda e democratizar as suas estruturas e fazê-las mais operativas e eficazes para o bem dos povos.

É certo que há ataques e muita violência desenvolvida por sectores do povo palestino que reclamam os seus direitos. Mas não é através da violência, que gera mais violência entre as partes, que se resolverá o conflito.
Mahatma Gandhi dizía que se se aplicar a lei do "olho pelo olho, terminaremos todos cegos".

Os governantes do Estado de Israel estão a ficar cegos e arrastam o povo para o abismo.

É necessário que a comunidade internacional detenha a loucura dos governos, antes que seja tarde. Mas mais necessário é que os israelitas e os palestinos raciocinem e compreendam que não podem continuar a matarem-se uns aos outros.
Os responsáveis da barbárie têm que parar esta loucura em que se encontram, e que não tem qualquer saída.

Devem fazê-lo para bem dos povos e da humanidade.


 
Adolfo Pérez Esquivel, Prémio Nobel da Paz, 1980 e director do Serviço de Paz e Justiça (Serpaj) na Argentina.
 

(Tradução livre do seu artigo sobre a guerra Israel/Líbano, publicado em 14 de Julho 2006)

Recordo Victor Jara e "O Direito de Viver em Paz"

Ao ouvir esta canção e fixando a letra, consigo substituir Vietnam, Indochina, napalm... pelos conflitos que se passam entre Israel e o Líbano, e os demais focos de guerra um pouco por toda a parte...

 


 

27
Jul06

Mas que grande desilusão...

zeca maneca

 

                        
               Fim aos massacres no Líbano e na Palestina


Ontem, dia 26, estavam marcadas Concentrações em Lisboa e no Porto em defesa da Paz  no Líbano e na Palestina. Esta guerra já dura há tempo demais e o seu cortejo de dor, destruição e de morte já é mais que suficiente para envergonhar toda a Humanidade.

Esperava ontem ver a Praça da Batalha a abarrotar pelas costuras...


- Onde estavam os jovens?
- Onde estavam os adolescentes?
- Onde estavam os jovens adultos?
- Onde estava a maioria do pessoal da minha geração?

Pouco mais de uma centena de pessoas, na sua maioria já grisalhos pela dureza do tempo já passado e pelas lutas que travaram, esses estavam presentes! ... A polícia e os jornalistas do costume, também...

E lembrei-me de Bertold Brecht:

Primeiro levaram os negros...
Mas não me importei com isso
Eu não era negro.


Em seguida levaram alguns operários...
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário.


Depois prenderam os miseráveis...
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável.


Depois agarraram uns desempregados...
Mas como tenho o meu emprego
Também não me importei.


Agora estão a levar-me...
Mas já é tarde!
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.


20
Jul06

Assim vai esta porcaria de mundo...

zeca maneca

 

Este texto é escrito à flor da pele, sem tempo para pensar…
Assim vai esta porcaria de mundo....
 

Crianças israelitas mandam mensagens de "Paz e Amor" para as crianças libanesas:
 
 
… e as crianças libanesas recebem os presentes:
 


para conferir, vejam este site:

no dia 18 Julho 2006
 

Se não visse, não acreditava...
Mas, pronto, estou convencido, o mundo é mesmo cão...
Pôr crianças a escrever mensagens de paz nas bombas, brrrrr!!!
 
 Quando é que isto pára, porra!!!!



(...)

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
. e cai no meu coração.

Augusto Gil

 

 

 

16
Jul06

Oficina de Teatro de Vermoim, na Casa do Alto

zeca maneca

 


-Oficina de Teatro de Vermoim na Casa do Alto-
foto de Milú Gomes 15 Julho 06


Foi uma noite quente de verão que nos acolheu na Casa do Alto, um espaço magnífico situado na freguesia de Pedrouços.

Antiga Casa de Lavoura, dos finais do século XIX que foi restaurada e ampliada. Ocupa uma área de cerca de 2,5 hectares.

Foi num auditório ao ar livre, com o cheiro a flores e árvores seculares, com o cenário rústico "emprestado" pela arquitectura da Casa, que assistimos ao segundo espectáculo público desta Oficina de Teatro, criada graças ao carinho da Junta de Freguesia de Vermoim e ao apoio do encenador (dramaturgo, director, actor, professor...) Carlos Alberto Frazão. 

Vinte e tal  actores de preto vestidos, cara caracterizada à palhaço, jovens e menos jovens, mas embuídos no seu papel, bem orquestrados pelo mestre Frazão, deram aos presentes uma hora de boa disposição , onde não faltou música, canções, "bailados"... e gags!

Aos Maiatos (e porque não às outras cidades?!!!) vale a pena disporem de uma hora do vosso tempo para apreciarem este jovem agrupamento de teatro.

Nós gostamos!
E a Milú não deixou a máquina fotográfica descansar!!!

Parabéns a todos: aos actores, ao encenador, ao público presente, ao belo cenário... e porque não à Junta de Freguesia de Vermoim que deve continuar a acarinhar a ideia.
 


 

Não esqueçam de consultar   ----------                     http://www.jfvermoim.org/jfvermoim/

 


 

10
Jul06

Avenida dos Aliados - Antes e depois das obras...

zeca maneca






Avenida dos Aliados, antes da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, depois da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, antes da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, depois da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, antes da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, depois da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, antes da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura



Avenida dos Aliados, depois da intervenção de
Siza Vieira / Souto Moura




Pessoalmente esta não é "a minha Avenida dos Aliados".

A Avenida que conheci tinha belos jardins, relva sempre verde e canteiros
bem tratados. O colorido das suas plantas atraía a atenção de centenas de turistas, fazia a delícia das crianças e o recordar dos tempos passados dos "velhotes" que iam levar a sua ração de milho diário aos pombos que os frequentavam.

Era na relva húmida das noites de S. João que, depois de alguns minutos lá estirados, ganhávamos forças para continuar a noitada...

Já para não falar que eram um mini-pulmão que "tratava" da melhor maneira possível o dióxido de carbono libertado pelos escapes dos vários transportes que passavam pelas faixas de rodagem alcatroadas.

Sabes muito bem,GM, que moro na Maia. Também tivemos uma zona ajardinada que passava pela frente da Câmara e que foi substituída por blocos de granito (hoje sujos, cheios de nódoas, corroídos pelo tempo e pelos maus tratos... temos um "terreiro" de pedra diante da Câmara, onde frequentemente há actividades culturais!

Mas não esqueço o "frio" da pedra que faz aquecer o ambiente à sua volta quando o sol dardeja o granito nu... ganhamos um terreiro para as ditas actividades, perdeu a Natureza as suas árvores, a sua terra, as suas plantas, as aves que por lá esvoaçavam.

O teu email, GM, (que transcrevo na íntegra) defende a ideia dos arquitectos Siza Vieira / Souto Moura que pretendem combater a desertificação do centro da cidade. Tentam trazer a vitalidade às ruas da baixa, atrair as pessoas para actividades lúdicas, criativas, reanimando a parte nobre da cidade do Porto.

Mas  esqueceram-se de uma coisa que também é importante: manter uma espécie de culto à natureza, com áreas verdes, árvores, plantas, flores... e, a partir de JÁ, começar a educar, uma vez por todas, as pessoas a respeitarem as áreas verdes, por um lado, e a si prórias num respeito pelo TODO!

 


PORTO - Av. dos Aliados
(antes e depois do Arq. Siza Vieira)

 
A minha opinião é favorável. É uma questão de gosto, sempre subjectivo.

Agora, se usarmos o critério da fruição dos espaços urbanos, temos de aceitar o critério de Siza/Souto Moura.

A concepção do bonitinho, para encher o olho é a de mais fácil aceitação.
Mas quando se faz um 1º de Maio, um S. João, os festejos da vitória do FCP, da selecção nacional e os canteiros ajardinados vão todos ao galheiro, então compreende-se a vantagem de os espaços públicos serem livres para o povo.

Repara o que fizeram, esses esteticistas de estirador, ao Jardim da Cordoaria.
Foi inaugurado com pompa e circunstância. Muito bonitinho.

É impossível atravessá-lo da Cadeia para a Praça dos Leões. Tem de se dar uma grande volta. Ora quem trabalha, não quer saber de 'bonitezas': - Passa a direito!
Vai lá ver como estão os canteiros.

No tempo da outra senhora, havia um arquitecto muito incensado pelo regime. Era o Raul Lino. Decorava os edifícios com coisas supérfluas, sem utilidade, mas muito vistosas.  Até grandes chaminés por onde não passam fumos.
Só para decorar...

O Siza só se preocupa com a fruição, a comodidade. Faz arquitectura para as pessoas. Por isso, os seus edifícios são de linhas direitas, sem arabescos, nem rococós. 
Mas são extremamente cómodos, luminosos, que dão a sensação de bem-estar. De amplidão, de liberdade...

Acerca da treta da calçada portuguesa, há muita confusão.
Aquilo não é a calçada portuguesa.

Se queres conhecê-la vai àquelas vielas do Porto antigo e vê o piso. Se é de pedras irregulares, roliças, sem desenho, trata-se da calçada portuguesa.

Os desenhos com ladrilhos de calcário e basalto são de concepção muito recente. São bonitos, mas são feitos com moldes.
Que podem reconstituir-se em qualquer lado.

Portanto, não se destruiu arte.
Não se trata de nada comparável aos mosaicos romanos, como existem nas ruínas de Conimbriga.

Agora a Avenida é um espaço amplo, disponível e com árvores.
Fica à imaginação das pessoas frui-lo como melhor entenderem.

O pior que pode acontecer é, por ainda haver pouco civismo, aumentar o lixo.
Mas agora é fácil removê-lo!!!

Gaspar M:
 

 



 

06
Jul06

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

zeca maneca

 

 



Foto de Jorge Viana Basto

 

EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE FOTOGRAFIA

 
Tema:       “PRIMAVERA
 


Autoria:
Núcleo de Fotografia do Sindicato dos Bancários do Norte
 


Local: Norte Shopping
Senhora da Hora (Matosinhos)
 
 
 
 
C O N V I T E
 
 
O Park & Zoo S. Inácio e o Sindicato dos Bancários do Norte, convidam V. Exa. (s) para visitarem a exposição de fotografia “PRIMAVERA” da autoria do Núcleo de Fotografia do Sindicato dos Bancários do Norte que estará patente ao público entre os dias 11 e 23 de Julho de 2006 no Norte Shopping, entre as 10 e as 24 horas.
 
AUTORES:
António Eurico Morais, Eduardo Nogueira, Fernando Mário Castro, Jorge Viana Basto, José Emílio Costa, José Godinho, Júlio Fernando Pereira, Manuel Manarte, Manuel Vale, Maria Isabel Costa, Marta Abreu, Nuno Carlos Costa, Rui Manuel Costa.
 
 
03
Jul06

Análise da Noite de Poesia de sábado (1 de Julho 07)

zeca maneca

 

 


"Chuva de Luzes" - Milú Coelho - 24 Junho 06

 

A "Noite de Poesia em Vermoim..." de sábado passado (1 de Julho 2006) foi uma noite diferente.

- Diferente porque Portugal ganhou o jogo com a Inglaterra e as pessoas apareceram mais descontraídas, mais sorridentes. A atmosfera envolvente foi de festa.

- Diferente porque os “resistentes” da Poesia (e foram mais de trinta!) resolveram dar-nos o prazer da sua companhia e dos seus poemas nesta noite que marcava um interregno nas nossas actividades.

- Diferente porque até na “Poesia na Net” tivemos um poema de Fernando Sylvan, enviado das longínquas terras de Timor.

- Diferente porque até as vozes da Ivone e do Bruno soaram mais quentes…

- Diferente porque foi o ponto final de "Vermudi – Festival Cultural de Vermoim", uma iniciativa da Junta de Freguesia de Vermoim que decorreu nos Maninhos e no Salão Nobre de 1 de Junho a 1 de Julho 2006.
 

Foram declamados poemas em que o tema era “As Andorinhas”. Poemas ditos, entre outros, pela Maria Mamede, Adérito Morais, Leonor Reis, Armindo Cardoso, Ercília Freitas, Ferreira da Costa, Manuela Miguens…
 
No tema livre ouvimos interpretações, além dos poetas atrás mencionados, de Jorge Carvalho, Castro Reis, Teresa Gonçalves, Fernanda Garcias, João Diogo e Lourdes Diogo…
 
Na “Poesia na Net” tivemos poemas da Isabel Cruz (Lisboa), Manuela Pimenta (Porto), Alice Duarte (Lisboa), Manuela Fernanda (Porto), Otília Martel (Gaia) e de alguém de Timor, “biblioteka Timor” que nos enviou um poema de Fernando SYlvan (1917-1933; nascido em Díli, foi participante activo da Resistência Maubere, foi presidente da Sociedade de Língua Portuguesa, foi poeta, prosador, dramaturgo, ensaísta…):


 
                                     Meninas e Meninos
 
Todos já vimos
nos livros, nos jornais, no cinema e na televisão
retratos de meninas e meninos
a defender a liberdade de armas na mão.
 
Todos já vimos
nos livros, nos jornais, no cinema e na televisão
retratos de cadáveres de meninos e meninas
que morreram a defender a liberdade 
                             de armas na mão.
 
Todos já vimos!
E então?
 
Fernando Sylvan
 
 

A Ivone Delgado e o Bruno Pedro ("Sons do Vento) encantaram-nos com as suas interpretações, nas suas vozes características, quentes e doces.
 
Dos poemas inseridos na rubrica “Poesia na Net” escolhemos este da Manuela Fernanda e que foi interpretado por José Gomes:
 
 
 
ANDORINHA
 
Andorinha, musa minha
Com tuas penas me encanto
Quando voas rasteirinha
Sobre meu enfado pranto
Desembaraçando a linha
Preta solta em solto branco
 
Andorinha, por ti espero
Triste, com minha alma inquieta
Na beira do teu beiral
Onde a vida ainda é festa
Na primavera afinal
Que sem ti, em mim não resta
 
Andorinha... andorinha...
Vem bailar no céu comigo
Se não vens, não sei que faça
Minha mente fica triste
Minha escrita fica baça
Minha alma não me assiste
E a inércia, em mim se enlaça...
 
Manuela Fernanda
 

 
As “Noites de Poesia em Vermoim…” voltarão no dia 2 de Setembro, tendo como tema “AS UVAS”.
 
Até lá, boas férias!
 
José Gomes

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