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Movimentum - Arte e Cultura

Movimentum - Arte e Cultura foi criado em Novembro de 1993. Ao longo destes 14 anos desenvolvemos trabalhos nos campos da Poesia, Artesanato, Exposições e Certames Culturais. Este blog pretende dar-lhe a voz que tem direito.

Movimentum - Arte e Cultura foi criado em Novembro de 1993. Ao longo destes 14 anos desenvolvemos trabalhos nos campos da Poesia, Artesanato, Exposições e Certames Culturais. Este blog pretende dar-lhe a voz que tem direito.

Movimentum - Arte e Cultura

29
Ago06

O BANHO SANTO...

zeca maneca

 

S. Bartolomeu e o Banho Santo

 
Na foz do rio Douro, no Porto, este dia continua a ser festejado, não apenas com o banho ritual na praia, mas também com o cortejo de São Bartolomeu, ou mais conhecido, pelo Cortejo do Traje de Papel.
 
Trata-se de um desfile que percorre as principais ruas da freguesia, com centenas de figurantes com fatos feitos em papel crepe de diversas cores, mostrando modelos antigos ou mais actuais, mas sem deixar perder a tradição.
 
No final do desfile todos os participantes se juntam para um banho colectivo. Assim, o banho santo significa uma oferta ritual, simbolizada nos trajes de papel às águas do mar, tendo por objectivo receber os favores de São Bartolomeu (este santo é o padroeiro das crianças que intercediam para serem curadas da gaguez, do atraso da fala, do medo e da epilepsia.).
 
A origem da festa é anterior a 1869, sabendo-se que por esses tempos era costume acorrerem à Foz ranchos de romeiros para tomarem banho. Em simultâneo realiza-se uma feira de artesanato com o objectivo de divulgar o artesanato nacional. A par dos festejos mais profanos, realiza-se uma missa solene na Igreja Matriz de São João Baptista da Foz.
 
Assente em características supersticiosas, de devoção ou crença do povo, ainda hoje se acredita que o banho de mar tomado no dia 24 de Agosto serve de cura e prevenção contra o mal sendo o malefício exorcizado pela acção da água tornada miraculosa nesse dia por São Bartolomeu.
 
De acordo com a tradição local e com as histórias que o povo tece, São Bartolomeu foi morto e deitado ao mar, aparecendo o seu corpo nas águas da Foz no dia 24 de Agosto.
 
Neste domingo fui fotografar o cortejo, o banho santo, desci à “piscina” na praia da Luz, calquei a areia húmida (coisa que já não fazia há anos!), piquei as solas dos pés nas rochas e, se isso ainda não bastasse, apanhei em cheio com os restos de um fato de papel atirado por um dos participantes do cortejo, que molhou e tingiu-me a camisa …
 
Ah!!! E sobre o cortejo deste domingo
 
O tema do cortejo foi o cinema… desde a “Guerra das Estrelas”, “Música no Coração”, “Trinidad, o cowboy indolente”, índios, xerifes, polícias, passando pelo “Pátio das Cantigas” e as figuras características de Vasco Santana, Laura Alves, António Silva… foi um festival de cor e alegria.
 
Espero que as fotos ilustrem alguma coisa.
 
 
 


A Canção de Lisboa




A Guerra das Estrelas




Trinidad...



Os índios da meia praia...




Antes do banho...





Em pleno banho...



 

Texto - José Gomes
Fotos - Milú Coelho Gomes (as melhores conseguidas...) e José Gomes (as outras...)
Música - Gal Costa canta Tom Jobim - "A Felicidade"



25
Ago06

NOITE DE POESIA EM VERMOIM

zeca maneca

 

Para todos os amigos, Movimentum - Arte e Cultura informa que no próximo dia 2 de Setembro de 2006, pelas 21,30 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim - Maia, recomeça as suas habituais Noites de Poesia em Vermoim.

O tema de Setembro é "As UVAS"

A animação musical está a cargo dos "Sons do Vento" (Ivone Delgado e Bruno Pedro).

Contamos com a vossa presença e com a divulgação que possam dar a este  evento.





 


18
Ago06

Esqueceram-se de Hiroxima e Nagasaki?

zeca maneca

 

Para que a História não esqueça:

 

Passaram-se já 61 anos...

 

No dia 6 de Agosto de 1945, às 08,15 horas, um B-29 da força aérea americana, lançou a primeira bomba atómica sobre Hiroxima.
Um cogumelo de fumo e fogo elevou-se no ar matando, em pouco mais de meio minuto, 80 mil pessoas, ferindo mais de 75 mil e transformando a cidade num inferno de corpos, pedras e ferros derretidos.

 

No dia 9 de Agosto de 1945 [1], às 11,02 horas, a cidade de Nagasaki foi varrida do mapa por uma bomba de plutónio, detonada a 503 metros acima da cidade. 74.000 mortos foram o resultado imediato da explosão e dos vinte mil graus centígrados desenvolvidos pela bomba. Os 40.000 feridos imediatos iriam aumentar o número de vítimas mortais, com o decorrer dos anos, devido à exposição às radiações e às queimaduras portadoras, mais tarde, de leucemia e cancro linfático.

 

 


                                               Cinzas


— A bomba atómica americana (nessa altura ainda não estava classificada como “arma de destruição maciça”) foi “mais limpa” — em poucos segundos fez o mesmo que os nazis fizeram durante anos!
Só com uma pequena diferença... foi um feito da tecnologia ocidental, uma vitória da “ciência”, um largo passo no conhecimento da humanidade!


— Os nazis mataram em nome de um ideal — “limpar” a humanidade das raças impuras e preparar o novo milénio para acolher a raça ariana, a chamada raça pura!


— As bombas atómicas foram lançadas em nome do “Bem” e da “Democracia”, para eliminar da face da terra o “Espírito do Mal”, encarnado nessa altura pelos japoneses“... animais cruéis, obstinados, fanáticos...[2].


— Ontem, como hoje, os generais (estrategos[3] de todas as guerras) disseram que Hitler (e não só...) estava pronto a construir a bomba atómica, uma arma que iria inverter o sentido da guerra...


— Historicamente a destruição de Hiroxima e Nagasaki não teve razão de ser, uma vez que o Japão já estava de joelhos e rendia-se, pedindo apenas para preservar da humilhação o imperador e a sua família!


O presidente da América, os generais mais militaristas e os cientistas mais retrógrados não só quiseram vingar-se da destruição de Pearl Harbour, como também experimentar em seres humanos o “tal brinquedo novo” criado com engenho e arte pelos crânios brilhantes que se passaram para o lado dos aliados ...


— “(...) É o mais destruidor aparelho jamais construído pelo homem! No teste, fez uma torre de aço de 60 metros derreter-se como se fosse um sorvete aquecido (...)
[4]


Mas havia ainda outra razão, por trás do “jogo de xadrez” que são todas as guerras: — uma tentativa de intimidar Estaline e a União Soviética, pois no horizonte já se desenhava a chamada “guerra fria”... que viria a acontecer em 1949 quando a União Soviética, nos seus campos de experiências, fez explodir a bomba H (bomba de hidrogénio) um artefacto ainda mais destruidor que as bombas lançadas sobre as duas cidades japonesas.


Mas ontem como hoje, desde que o homem se conhece como tal, a guerra sempre serviu para os seus ideais megalómanos de expansão territorial, dominar os seus semelhantes naturalmente mais fracos, conquistar a riqueza e o poder... todos os meios justificam estes fins — sejam eles de cariz religioso, humanitário ou, simplesmente, intimidatório!...


Para completar este apelo à nossa memória colectiva, deixo-vos este registo:

1 – A construção e desenvolvimento da bomba atómica, denominada “Projecto Manhattan” (1942 – 1946), teve lugar em Los Álamos no deserto do Novo México; a bomba que foi lançada sobre Hiroxima era de Urânio-235 e a de Nagasaki de Plutónio;

2 – Ao fazerem a análise ao teste efectuado no deserto de Los Alamos e ao aperceberem-se das consequências da arma que tinham criado, os cientistas do “Projecto Manhattan” fizeram uma petição para anular a utilização destas bombas no Japão. Esta petição veio a “desaparecer” na gaveta do general Leslie Groves, supervisor do referido “Projecto”, em conivência com o então secretário de estado James Byrnes;

3 – O presidente Truman assinou a ordem de lançamento. Na altura da explosão encontravam-se em Hiroshima 24 americanos. Apenas cinco sobreviveram, mas por pouco tempo:

-         Três foram linchados;
-         Os outros dois morreram, onze dias depois, vítimas da radiação...

 

 

O Homem para sobreviver como espécie teve de aprender a matar;

O Homem se quiser sobreviver como espécie terá de aprender a amar.

 

 

 

José Gomes

18 de Agosto de 2006



[1] A cidade alvo era Kokura, mas devida à intensa barragem das baterias antiaéreas, o piloto do B-29 desviou-se do objectivo deixando cair a bomba em Nagasaki que era um alvo secundário.

[2] In “Diário Secreto” de Harry Truman, presidente dos USA (1945 - 1953).

[3] Seres “iluminados” que visam a criação, o desenvolvimento e a utilização adequada dos meios de coacção política, económica, psicológica e militar à disposição de poder político para se atingirem os objectivos por este fixados. (in Diciopédia, Porto Editora).

[4] In “Diário Secreto” de Harry Truman.

 


 

 

 

 

13
Ago06

A destruição da "Mãe-Pátria" do Homem

zeca maneca

 


Localização dos continentes MU e ATLÂNTIDA
(pesquisa e desenho de José e Milú Coelho Gomes)



A destruição de MU

 

A crosta terrestre abriu-se e lá mergulhou todo um continente num abismo de água e de fogo. Milhões de vozes suplicavam que os salvassem. Os gritos eram aflitivos. As águas do Pacífico fecharam-se sobre aquilo que foi uma poderosa nação. Só o borbulhar das águas, o estrondo dos vulcões e o ranger das terras pairou acima do oceano

 

(tradução livre do manuscrito Truano, documento Maia muito antigo e que se encontra no Museu Britânico)

 

O primeiro cataclismo que caiu sobre MU foi destruidor.

Ruídos subterrâneos precederam os primeiros tremores de terra e as erupções vulcânicas sacudiram a parte setentrional do continente.

Ao longo das costas, enormes maremotos cobriram as planícies da “Mãe-pátria” e engoliram cidades, templos, monumentos e pessoas.

Os vulcões vomitaram chamas, fumo e lava, que se foram amontoando, formando pirâmides que se transformaram em rochas, visíveis hoje em certas ilhas dos mares do Sul.

Depois desta catástrofe, as cidades foram reconstruídas e a vida continuou.

Com o passar das gerações, tudo caiu no esquecimento.

Mas um dia...

 

MU levantou-se e rolou sobre si mesmo, como se fosse vagas do oceano. A terra tremeu e sacudiu-se como folhas de árvore numa tempestade. Os templos e os palácios desmoronaram-se, os monumentos e as estátuas foram revolvidos desde a sua base. As cidades eram apenas ruínas

 

(Manuscrito Truano, Codex Cortesianus e Documentos de Lassa).

 

Um mar de chamas e nuvens de fumo cobriram o continente todo. Maremotos consecutivos varreram as planícies, destruindo à sua passagem cidades, monumentos e pessoas.

Durante a noite MU mergulhou num “oceano de fogo”, levando consigo para as entranhas da terra o que restou dos seus 64 milhões de habitantes.

De todos os lados vagas gigantescas esmagaram-se naquele abismo de fogo.

Assim se consumou a primeira grande civilização da Terra.

 

As actuais ilhas do mar do Sul foi tudo o que restou de MU.

Os sobreviventes, agarrados a essas elevações poupadas pelas águas e pelo fogo, viam-se agora sem nada, sem palácios, sem templos, sem navios, sem roupas, sem abrigo, sem terra e sem alimentos.

As águas borbulhavam à volta dos refúgios miraculosos que os tinham poupado e as nuvens fumegantes e as cinzas escaldantes, fedendo a enxofre, esconderam o Sol.

Tudo à volta era luz de fogo e negro de solidão.

 

A odisseia ia, mais uma vez, partir do ponto zero.

Muito dos que se tinham salvo morreram de fome, de desespero, de sede, de raiva, de frio e de medo. Uns não aguentaram os horrores que viveram e enlouqueceram, outros pura e simplesmente mataram-se.

Sem alimentos tornaram-se selvagens.

Os mais aptos tiveram que descer ao degrau de animais primitivos: comer o seu irmão para sobreviverem!

As peles dos animais, as cascas e as folhas das árvores substituíram as suas roupas tecidas a ouro e panos finos. As pedras, as lanças e as flechas voltaram a ser as suas armas de defesa e de caça.

Com o passar das gerações as recordações de MU, transmitidas de pais para filhos, foram~se perdendo nas brumas do tempo, tornando-se lendas que chegaram até aos nossos dias.

E o Homem - mais uma vez! - começou a sua caminhada em busca de si mesmo.

 

MU, o berço da humanidade, a “Mãe-pátria do homem”, foi engolido pelas águas do oceano Pacífico há 12.000 anos.

A Bíblia fala-nos do Dilúvio cujas águas subiram a 26 pés e que cobriram as montanhas.

 

 

Muito mais haveria para dizer. Ficou um cheirinho... um dia destes talvez possamos seguir as pisadas de Moisés pelo Monte Sinai, vindo do Egipto e descobrir as semelhanças entre a Génese tal qual a conhecemos e o raiar da Vida nesse velho continente engolido pelas águas do Pacífico.

Dedico este tema e, especialmente, a música à Sónia...


 



José Gomes

Agosto 2006

 



10
Ago06

Não acredito, porra!!!

zeca maneca

 

Agora compreendo todas estas guerras à nossa volta!

 

 



Não quero acreditar!


Mas só assim compreendo porque nos estamos a matar uns aos outros... como se tudo não passasse de um mero filme de acção!


"Aprende a respeitar os teus irmãos de outros reinos, os animais e vegetais, porque são seres vivos e pertencem à mesma Criação".


(Sabedoria Ameríndia)


05
Ago06

Desilusão...

zeca maneca

 


V. N. Gaia através das grades  - J. Gomes - Agosto 06


Acabo de receber vários e-mails a contestar a veracidade das intenções de Buono, dos U2, nas suas campanhas contra a fome e a pobreza...

Apeteceu-me fazer três coisas:

1 - Acabar com todos os blogs, pois estou a contribuir, com a minha ingenuidade, para espalhar a exploração e as falsas idéias apregoadas;

2 - Safar simplesmente o "Post" anterior, sem qualquer comentário ou explicação;

3 - Transcrever este e-mail que me chocou e de que maneira:



Ofensiva ideológica


Oh, Zé Kagomes:

Nem de propósito.

Inda há pouco acabei de ler a tua msg em que te lamentavas de não poderes incluir no teu blog um vídeo do Buono e a seguir leio esta do **** que me transcreve um interessante artigo.

Kuméké?

 
 
SÓ UM JOGO DE VÍDEO
 
«*M*ercenários 2 - O Mundo em Chamas» é um jogo de vídeo que vai sair para o ano, certamente entre dezenas de milhares de outros que alimentam - ou criam, vá-se lá saber - a necessidade de jogar no computador ou na consola.
 
O que o torna especial é tratar-se de um simulador da invasão da Venezuela por forças mercenárias dos EUA em 2007, para derrotar um «tirano sedento de poder» que se apropria das reservas de petróleo e «transforma o país numa zona de guerra».
 
Inclui cenários reais das ruas e edifícios de Caracas, da companhia petrolífera nacional e imagens de satélite verdadeiras.
 
O Governo venezuelano denunciou o lançamento do jogo como um elemento da «campanha de terror psicológico» dos EUA contra o país. A produtora diz que «é só um jogo de vídeo».
 
A polémica tem sido grande em todo o mundo. Tão grande, que a produtora do jogo se viu obrigada a publicar no seu sítio na internet um esclarecimento:
 
«Nunca foi contactada por qualquer agência do Governo dos Estados Unidos acerca do desenvolvimento do jogo.». Mas é preciso que as histórias dos jogos sejam plausíveis, acrescenta.
 
Lá está: para esta gente, é plausível que a Venezuela seja atacada militarmente pelos EUA.
 
Tal como o título deixa claro, este jogo é uma sequela. Na primeira edição, os mercenários tinham como missão matar um general do exército da Coreia do Norte (sic), portador do código que daria início a uma guerra nuclear. O objectivo n.º 1 era, claro, garantir a segurança do mundo.
 
A produtora tem tradição neste tipo de jogos. Recebeu 5 milhões de dólares para fazer um jogo de treino para os soldados do Exército dos EUA, em que estes se confrontam com cenários de combate urbano.
 
Uma das missões do jogo chama-se «Dia das Eleições» e os soldados devem garantir a segurança de um acto eleitoral num país onde as pessoas lhes chamam «porcos capitalistas».
 
Porque será?
 
O jogo é produzido por uma das empresas de George Lucas – a *Pandemic Bioware Studios*, financiada em 300 milhões de dólares por uma outra, a *Elevation Partners*, que tem como sócio Bono Vox, o caridoso vocalista dos U2.
 
Bono é conhecido nos últimos anos pelas suas encenações de contra-poder, participando em concertos pela abolição da dívida aos países africanos e reunindo depois com os senhores do G8. E assim cai mais uma máscara de falso pacifista e humanizador do capitalismo.
 
Quem disse que não havia ofensiva ideológica?
 
-Margarida Botelho»
 
Edição Nº1703
- Jornal «Avante!»
 
 

"Deixemos passar ainda mais alguns sóis e já não nos verão aqui.
O nosso pó e o dos nossos ossos misturar-se-ão com estas pradarias.
Vejo, como numa visão, morrer o clarão das nossas fogueiras do Conselho, com as suas cinzas que já ficaram frias e brancas.
Já não vejo elevarem-se as espirais de fumo por cima das nossas tendas.
Já não ouço o cantar das mulheres que fazem a comida.
Os antílopes fugiram; as terras dos bisontes estão vazias.
Nós somos como pássaroa de asas quebradas
.
"

in "A Terra do Homem livre - Sabedoria Ameríndia"

Nestas alturas enrolo-me na concha das minhas recordações, naquela altura em que o Sonho merecia der VIVIDO e tornado REALIDADE!
José Gomes
5 Agosto 06

 

 

03
Ago06

U2 Message 2005

zeca maneca

 

 


A Porta do Futuro... (foto José Gomes - junho 06)



Deve ser da minha aselhice.
Por mais experiências que faça não consigo resolver este problema:
1 – Recebi um e-mail com um ficheiro áudio/vídeo Windows Media;
2 – Com um tamanho de 3,12 Mb.
 
Era interessante corrê-lo, aqui, no blog…
 
Mas não sei como se faz….
Fiz algumas tentativas, é certo, e… nada!!!
 
 
Esta mensagem é importante. Limitei-me a passar as legendas e. tanto quanto possível, em português de Portugal.
Normalmente, quando faço uma “postagem” nova, envio um e-mail aos meus contactos. Desta vez vai, em anexo, o referido ficheiro.
 
Mais uma achega para as disparidades neste mundo cruel que habitamos…
 
 
U2
Vertigo Tour 2005
Live from Chicago
Message for the World
 
Quando…
Quando eu era garoto
A minha primeira impressão dos Estados Unidos…
Foi a de um homem…
Andando na Lua.
Foi Neil Armstrong em 1969.

Eu pensei “Os americanos são malucos. Eles são doidos”.
Mas pensei:
“O que este país faz…
O que eles fazem,
Quando se determinam, é incrível.”
Acho que foi John F. Kennedy
Que disse, em 1963:
“No fim da década,
Vamos pôr um homem na Lua”.
 
Bem…
Não é só porque estava
Na cabeça de todos…
Mas…
Porque era a coisa certa
A ser feita.
 
É o que estamos a pedir agora
ao presidente Bush…
Ao primeiro-ministro Blair…
E aos outros líderes mundiais.
 
Estamos-lhes a pedir
Que façam algo extraordinário.
Não pôr um homem na Lua…
Mas sim, pôr a humanidade toda
De volta, à Terra.
 
Temos a tecnologia,
Temos os recursos,
Temos o “know-how”.. para acabar
Com a pobreza extrema…
Se tivermos determinação.
E eu acredito
Que temos essa determinação.
 
Outros…
Há o movimento
Dos direitos civis…
O fim do “apartheid”,
Outros falavam da cortina de ferro.
 
Isso tem a ver com essa geração,
É o que depende de nós.
É o homem que nós
Pusemos na Lua.
 
Acabaremos
Com a pobreza extrema…
Vamos fazer da pobreza
Coisa do passado.
É o que nos cabe fazer.
 
E eu acredito…
Que não é
Uma aventura impossível.
Acredito que em 50 anos,
Lembrarei deste momento…
E direi…
Que houve pessoas…
Em certa época, que disseram:
“Não é normal…
Crianças morrerem
Pela falta de uma simples vacina…
Ou crianças morrerem
Por falta de comida…
Em pleno século XXI.
Isso já não é admissível”.
 
Sei que vocês sabem disso.
Mas quero
Que vocês digam isso…
Ao presidente Bush…
Ao primeiro-ministro Blair,
E a todos os políticos que virem.
 
É fácil fazê-lo,
Basta pegarem num telemóvel.
Alguém aqui
Tem um telemóvel?
 
Podem ter problemas
Com um telemóvel, vejam só.
 
Telemóveis…
Aparelhos muito perigosos…”
 
Apaga o holofote, Bruce.
 
Então estamos a procurar
Um milhão de americanos…
Que passem e-mails para nós,
E se unam à nossa campanha.
 
Não queremos o vosso dinheiro…
E sim a vossa voz.
 
 
 
U2 Message
2005 - Chicago
 

 Como fundo sonoro, à falta de músicas dos U2 (Ai, Sónia, onde estão os Cd's...) escolhi 1492 (A conquista do Paraíso), interpretado por "Free the Spirit"---- espero que gostem.

José Gomes

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