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Movimentum - Arte e Cultura

Movimentum - Arte e Cultura foi criado em Novembro de 1993. Ao longo destes 14 anos desenvolvemos trabalhos nos campos da Poesia, Artesanato, Exposições e Certames Culturais. Este blog pretende dar-lhe a voz que tem direito.

Movimentum - Arte e Cultura foi criado em Novembro de 1993. Ao longo destes 14 anos desenvolvemos trabalhos nos campos da Poesia, Artesanato, Exposições e Certames Culturais. Este blog pretende dar-lhe a voz que tem direito.

Movimentum - Arte e Cultura

28
Out06

NOITEs DE POESIA EM VERMOIM...

zeca maneca

 

Esta vai ser a capa do programa da próxima Noite de Poesia em Vermoim.



Tomem nota, por favor:


Sábado, 4 Novembro 06
        21,30 horas



Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim

(Lugar da Igreja - 4470-303 Maia)





TEMA:    ÁRVORES




Colaboração musical:

"Sons do Vento" (Ivone Delgado e Bruno Pedro)




Andei hoje com o Rui Veloso no ouvido... compartilho convosco esta canção...



19
Out06

Estamos de luto pela Cultura

zeca maneca

 

 
Estamos de Luto pela Cultura!
 
 
 
 
 
Polícia retira manifestantes, pela força, do Rivoli

Vergonha...


Estamos de luto pela Cultura!
 
 
 
Excerto do texto inserido no blog

“Todo o mundo é um palco” -  
http://todomundoeumpalco.blogspot.com/  :
 
 
“(…)
 
Pelo facto de muitos de nós cruzarmos os braços ante a prepotência que se abate diariamente sobre a cultura, sobre os trabalhadores, sobre os pensionistas e sobre a generalidade dos mais desprotegidos deste país, é que Portugal continua a ser o CU da Europa.

Mas Goebels e seus sequazes não sairão vencedores.

Um abraço fraterno aos companheiros do Rivoli e à Regina Guimarães, mas também a todos quantos lutam neste país pela manutenção da sua dignidade e dos seus legítimos direitos.


Fernando Peixoto”
 
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14
Out06

António Gedeão

zeca maneca

 


"Minha aldeia é todo o mundo.
Todo o mundo me pertence:
Aqui me encontro e confundo
com gente de todo o mundo
que a todo o mundo pertence
"

António Gedeão

24/11/06 - 19/02/97

 

António Gedeão / Rómulo de Carvalho, foi um dos mais brilhantes e talentosos poetas / professor do século XX.
 
Deixou-nos um legado brilhante não só no campo da poesia (António Gedeão) como no campo científico (Prof. Rómulo de Carvalho), traduzindo em linguagem comum os segredos das ciências, nomeadamente no campo das Físico-Químicas, em que se licenciou em 1931.
 
Foi escritor, poeta, professor e um investigador fora de série, transmitindo pela escrita aquilo que comunicava pela palavra aos seus alunos.
 
Ser Professor tem de ser uma paixão – pode ser uma paixão fria, mas tem de ser uma paixão. Uma dedicação” – dizia o Prof. Rómulo de Carvalho.
 
António Gedeão “nasceu” em 1956 com a publicação do primeiro livro de poesia “Movimento Perpétuo”, vindo a “morrer” em 1984 com a publicação de “Novos Poemas Póstumos”.
 
A poesia de António Gedeão marcou uma geração a braços com uma ditadira e com uma guerra cujo fim não se adivinhava.
 
É com a “Pedra Filosofal” musicada e cantada por Manuel Freire, transformada num hino de esperança, que abriu as portas ao Sonho e à Liberdade.
 
Homem recatado, dedicou-se então à investigação e à publicação de numerosos livros de divulgação científica.
 
Foi homenageado em finais de 1996 (já com 90 anos) pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.
 
Pouco depois partiu para o Paraíso dos Poetas por onde paira, feliz, ouvindo os poemas que o imortalizaram.
 
José Gomes
15 Outubro 2006

Ao tomar o "pulso" ao ensino em Portugal, lembrei-me hoje do Prof. Rómulo de Carvalho... e de António Gedeão e da sua "Pedra Filosofal"...
E lembrei-me de Manuel Freire...
Um abraço, Manel, pela tua interpretação deste poema sempre actual!

 

 

 

11
Out06

As novas taxas na saúde...

zeca maneca

 

Este texto foi "roubado" ao blog http://momentos.blog-city.com/  e porque acho oportuno, transcrevo-o.

Podem, também, utilizar este link: http://momentos.blog-city.com/taxas_na_sade.htm

 

Novas Taxas na Saúde...

Não!


Constituição da República Portuguesa
 

PARTE I - Direitos e deveres fundamentais
 
TÍTULO III - Direitos e deveres económicos, sociais e culturais
 
CAPÍTULO II
 
Direitos e deveres sociais
 
Artigo 64.º
 
(Saúde)
 
1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
 
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito.

 

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Como complemento a este documento deixo-vos com a parte final do poema de Ary dos Santos, "Nãp passam mais!".
A Constituição que nos rege é para ser cumprida... é necessário travar, rapidamente, os ataques à Saúde, ao Ensino, ao Emprego, às Reformas...

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José Gomes
11 Outubro 06

Não passam mais!
 
(…)
E em nome das conquistas
vindas nos ventos de Abril
reforma agrária controlo
operário no meio fabril
empresas que são do estado
porque o seu dono é o povo
em nome de lado a lado
termos feito um país novo.
Em nome da nossa frente
e dos nossos ideais
diante de toda a gente
dizemos: não passam mais!

Em nome do que passámos
não deixaremos passar
o patrão que ultrapassámos
e que nos quer trespassar.
E por onde a gente passa
nós passamos a palavra:
Cada rua cada praça
é o chão que o povo lavra.
Passaremos adiante
com passo firme e seguro.
O passado é já bastante
vamos passar ao futuro.
José Carlos Ary dos Santos
10
Out06

A Noite de Poesia em Vermoim do dia 7 Out 06

zeca maneca

 

 

A Noite de Poesia de Sábado
 
Penso que em quase 13 anos de vida do Movimentum – Arte e Cultura, esta foi a primeira Noite que faltei à Noite de Poesia de Vermoim.
Afazeres pessoais surgidos de improviso obrigaram-me a ultimar o material para a Noite de Poesia, pedir à Maria Mamede, que tomasse ela as rédeas da Noite (aliás o que vem fazendo sempre, limitando-me eu a ser “mais um” na mesa) e, sábado de manhã partir para a ex-capital do império…
 
Mesmo assim fomo-nos mantendo em contacto via telemóvel, uma vez que uma intoxicação alimentar privaram-nos da presença e das vozes dos “Sons do Vento” (Ivone e Bruno).
 
Quero daqui mandar um grande beijinho à Bruna Carneiro (9 anos) que mais uma vez brilhou na nossa Noite… não coloquei aqui a tua foto, porque não consegui entrar em contacto com a tua mãe a pedir autorização!
 
Mas o teu poema foi lindo e vou “postá-lo”.
 
Quero agradecer à Mamede e ao Mário Jorge a maneira como souberam conduzir a Noite.
 
Agradeço a todos que contribuíram para que esta Noite fosse mais um sucesso.
 
Lamento não ter estado presente porque também gostaria de ter dado um abraço e ouvir os poemas ditos pelo Afonso.
 
A Mamede fez referência aos poemas recebidos na rubrica “Poesia na Net”:
“Outono sem Idade” – Manuela Pimenta;
“De Novo o Outono” – João Diogo;
“Ela tinha olhos verdes” – Ana Loura (Açores).
 
Segue-se o poema da Bruna:
 
 

 

De Novo o Outono...

O Outono chegou...
Que bom que vai ser
As folhas a cairem,
A chuva a aparecer

Na água vou chapinar,
Porque gosto de saltar
Se cair e me molhar,
A minha mãe vai me ralhar.

Mas eu gosto do Outono...
Das cores das árvores
E do vento...
Por isso não me importo muito
Que chova
E que mude o tempo...


07 Out 06
Bruna Carneiro - 9 anos


Continuamos a ouvir a Ivone e o Bruno, já que eles não cantaram no sábado...


01
Out06

Noites de Poesia em Vermoim...

zeca maneca



Uma trapalhada com o computador e a impressora foi o suficiente não só para baralhar a minha inspiração (se é que algum dia tive alguma!!!) mas também para fazer chegar atempadamente os convites e o projecto de programa do Noite de Poesia de 7 de Outubro à Junta de Freguesia.


Em nome do computador, da impressora e de mim próprio as nossas desculpas!


Assim deixo-vos com o anúncio da Noite e espero a vossa colaboração não só na divulgação da Sessão mas também esperando a vossa presença e a dos vossos amigos...


José Gomes



Noites de Poesia em Vermoim...


Sábado

7 de Outubro 2006

21,30 horas




De Novo o Outono...


Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim


Lugar da Igreja - 4470-303 Maia

 

Organização, apresentação e coordenação----- Movimentum - Arte e Cultura


Colaboração: Junta de Freguesia e Paróquia de Vermoim



De Novo o Outono…
 
Parece que este ano a mudança de Estação foi rápida…
Assim, ontem estava um Sol lindo, um céu muito azul, uma réstia de calor de Verão…
Esta noite já fez vento (e de que maneira!) e tive que puxar mais para o pescoço o cobertor da minha cama. Até o meu cão, sempre estendido e esparramado na frescura do chão, enrolou-se na sua manta, aconchegando o nariz nas suas patas dianteiras dobradas sobre o peito.
Hoje de manhã levantei-me cedo…
Vi nuvens cinzentas que toldam o céu que anunciava o dia, ameaçando com mais chuva (os vidros da janelas e o chão da rua estavam bem molhados, sinal que tinha chovido de noite!).
Cheira a terra húmida, o verde da erva dos campos está mais viçoso, restos de folhas amarelo acastanhadas esvoaçam ao sabor do vento, pedaços de galhos e cascas das árvores redemoinham à minha frente…
Está, realmente mais fresco, o dia mais triste, mais sombrio… sinto que chegou, de novo, o Outono!
Reparo na folhagem das árvores que estão a deixar os seus tons esverdeados que conheci até há poucos dias e que começam, agora, a vestir as suas cores quentes, sobressaindo os castanhos, os vermelhos, os dourados...
As folhas começam a cair num bailado de harmonia e cor e quedam-se, imóveis, já sem vida, enfeitando o chão com um tapete crocante, emprestando à natureza as cores de uma estação em mutação!
As andorinhas, os estorninhos e outras aves começaram a sua viagem para terras mais quentes...
Os pássaros residentes esvoaçam, agitados, de árvore em árvore, procurando um refúgio para a chuva, para as noites mais frias que se avizinham, para a curiosidade mórbida dos predadores...
É, de novo, o Outono que se aproxima a passos largos!...
E com ele as cores vivas, com as nuvens pintadas em tons quentes, pelo sol vermelho de fim de tarde…
Cores que me dizem que chegou o Outono... sarapintado de nostalgia!
Cores que me convidam a caminhar ao encontro da Harmonia e a irmanar-me com a Natureza num amplexo de Paz, de Bem-estar e de reencontro com a Mãe Terra.
 
José Gomes
1 de Outubro de 2006

"Condor" - "Sons do Vento"

Na voz da Ivone Delgado, acompanhada por Bruno Pedro;

Arranjo musical dos "Sons do Vento", do poema "Condor", de Maria Mamede, inserido no CD promocional com o mesmo nome.

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